Street Fighter Comedy: Ryu x Ken
Essa é pra quem é nerd o suficiente pra entender e rir.

Eu me caguei de rir aqui.
Via Linkey
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Street Fighter Comedy: Ryu x Ken
Essa é pra quem é nerd o suficiente pra entender e rir.

Eu me caguei de rir aqui.
Via Linkey
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Segunda passada (dia 10), estive no Vivo Rio a noite acompanhado de duas amigas pra assistir a peça Z.É. Zenas Emprovisadas. Desde então to pra escrever uma crÃtica aqui no Upa a respeito, mas procrastinei até agora. Como to sem saco pra trabalhar, vou escrever hoje.

No elenco do Z.É., Fernando Caruso (o zoiudo do Zorra Total), Gregório Duvivier (Não conhecia), Marcelo Adnet (do 15 minutos na MTV) e Rafael Queiroga (Também não conhecia).
Como funciona a peça?
Explicação Normal
Primeira parte – O Esquete
Os atores apresentam uma cena de humor, a única coisa ensaiada de todo o espetáculo. A cena tem três serventias básicas: aquecer a platéia para a comédia; garantir que pelo menos alguma coisa dentro do espetáculo vai funcionar dentro do previsto (pelo menos espera-se!); e apresentar o ator convidado da semana em papel de destaque.Segunda parte – A Aula
Um professor convidado dará uma aula de improvisação para os quatro atores e o convidado, somente com exercÃcios práticos, elaborados por ele, através de seus métodos particulares de ensino. Essa aula é apresentada pela primeira vez em cena, ou seja, os atores não têm conhecimento do que os espera.Terceira parte – Os Jogos
O professor, servindo agora de anfitrião da noite e apresentador dos jogos, lidera uma série de jogos curtos, que já foram estabelecidos antes pelo Diretor Geral e o elenco do espetáculo. Nesses jogos, a ambientação, tema e personagens (dependendo do exercÃcio) são sugeridos pela platéia (em cena ou antes do espetáculo começar, dependendo do exercÃcio).Essa estrutura se mantém em todas as apresentações, mudando apenas o esquete a ser apresentado, o professor e o ator convidados, e o resultado dos jogos da terceira parte, por decorrência das sugestões da platéia
No geral o andar da peça é sugerido pelo público e pelo professor convidado. O que faz com que cada apresentação seja única devido aos exercÃcios propostos e a sugestão da platéia.
No dia que fui o professor era Bernardo Jablonski e a convidada Fernanda Torres (Os Normais).
Não adianta eu contar tudo o que vi na peça aqui pois, conforme falei, todos os exercÃcios mudam em cada apresentação e quem for não verá o mesmo que eu. Até porque se você sugerir um tópico que já foi abordado os atores vetam com a frase:
-Isso já foi porra!
Bom, quanto ao professor, tirando seu problema de dicção (eu não entendia porra nenhuma do que ele falava), foram excelentes seus exercÃcios.
Fernanda Torres dispensa comentários.
Sobre os atores, de todos, disparado, o melhor é o Adnet. Com seu humor babaca ele arranca gargalhadas todas as vezes q abre a boca durante a peça.
Resumindo, recomendo a todos que tiverem a oportunidade de ir. Pra galera do Rio de Janeiro ou mesmo quando eles visitarem outros estados, vá lá rir um pouco. Eu mesmo estou cogitando ir novamente. Fiquei no setor VIP e paguei 60 dinheiros pra entrar. Se você for pão duro tem ingressos de até Dez Reau! O estacionamento foi R$15 o que eu, particularmente falando, considero um assalto!
Aos interessados, comprem antecipados pois a coisa se esgota rapidamente. Pra comprar pela internet o site é o Ingresso Rápido. Para saber os dias das apresentações, vejam aqui.
Vou deixar alguns vÃdeos da peça aqui pra aguçar a vontade dos leitores.
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Não sei você, mas eu não sabia que noz-moscada usada em excesso provoca alucinações.
Uma revista sueca de culinária retirou das bancas todos os exemplares de sua última edição por conta de um erro em um bolo de maça, em vez de pedir duas pitadas de noz-moscada a receita pedia vinte nozes. Pera aÃ, quem em sã consciência vai colocar vinte nozes num bolo?

Acabou que quatro pessoas foram para o hospital com intoxicação, sofrendo com dores de cabeça, enjôo, alucinações e ânsia de vômito.
Fonte: G1
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